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domingo, 4 de dezembro de 2011
segunda-feira, 28 de novembro de 2011
O marceneiro e as ferramentas
Contam que, em uma marcenaria, houve uma estranha assembléia. Foi uma reunião onde as ferramentas se juntaram para acertar suas diferenças. Um martelo estava exercendo a presidência, mas os participantes exigiram que ele renunciasse. A causa? Fazia demasiado barulho e, além do mais, passava todo tempo golpeando. O martelo aceitou sua culpa, mas pediu que também fosse expulso o parafuso, alegando que ele dava muitas voltas para conseguir algo. Diante do ataque, o parafuso concordou, mas, por sua vez, pediu a expulsão da lixa. Observou que ela era muito áspera no tratamento com os demais, entrando sempre em atritos.
A lixa acatou, com a condição de que se expulsasse também o metro, que sempre media os outros segundo a sua medida, como se fosse o único perfeito.
Nesse momento, entrou o marceneiro, juntou todas as ferramentas e iniciou o seu trabalho. Utilizou o martelo, a lixa, o metro, o parafuso... E a rústica madeira
se converteu em belos móveis, úteis e funcionais! Quando o marceneiro foi embora
para casa, as ferramentas voltaram à discussão. Mas o serrote adiantou- se e disse:
- Senhores, hoje ficou demonstrado que temos defeitos, mas o marceneiro trabalha com nossas qualidades, ressaltando nossos pontos valiosos... Portanto, em vez de pensar em nossas fraquezas, devemos nos concentrar em nossos pontos positivos!
Então, a assembléia entendeu que o martelo era forte, o parafuso unia e dava força, a lixa era especial para limpar a afinar asperezas, o metro era preciso e exato.
Todos se sentiram como uma equipe, capaz de produzir com qualidade... E uma grande alegria tomou conta de todos pela oportunidade de trabalharem juntos.
Nesse momento, entrou o marceneiro, juntou todas as ferramentas e iniciou o seu trabalho. Utilizou o martelo, a lixa, o metro, o parafuso... E a rústica madeira
se converteu em belos móveis, úteis e funcionais! Quando o marceneiro foi embora
para casa, as ferramentas voltaram à discussão. Mas o serrote adiantou- se e disse:
- Senhores, hoje ficou demonstrado que temos defeitos, mas o marceneiro trabalha com nossas qualidades, ressaltando nossos pontos valiosos... Portanto, em vez de pensar em nossas fraquezas, devemos nos concentrar em nossos pontos positivos!
Então, a assembléia entendeu que o martelo era forte, o parafuso unia e dava força, a lixa era especial para limpar a afinar asperezas, o metro era preciso e exato.
Todos se sentiram como uma equipe, capaz de produzir com qualidade... E uma grande alegria tomou conta de todos pela oportunidade de trabalharem juntos.
No evangelho de São Mateus, capítulo 25, 14-30 Jesus conta a parábola dos talentos. Mostra o patrão que viaja e deixa alguns talentos para alguns servos cuidarem até ele voltar, dois administram bem os talentos e um deles resolve enterrar o talento recebido. Assim como numa bolsa de valores, uns arriscam e investem em ações, outros preferem não arriscar, ainda mais nestes tempos de crises financeiras que passa os Estados Unidos e a Europa. A ótica de Deus é contrária da nossa.
Cada um de nós tem talentos naturais, dons que Deus nos deu. Mas infelizmente ficamos olhando somente os defeitos nossos e dos outros ao invés de olharmos para aquilo que todos temos de bom. A pessoa redescobre a si mesmo e seus dons na relação com o outro. Cada pessoa é um dom para o outro. Receber um talento é criar uma responsabilidade. Esta historinha nos faz compreender melhor que a riqueza dos talentos se faz quando somos juntos dom em benefício para os outros. Ainda não sabemos ver o outro como dom, porque ficamos olhando para nós mesmos e temos medo do outro que é diferente, ao invés de vê-lo como dom que é para a humanidade.
sexta-feira, 16 de setembro de 2011
Minha Vida – Valeu a pena?
“Valeu a pena? Tudo vale a pena
Se a alma não é pequena.
Quem quer passar além do Bojador tem que passar além da dor.
Deus ao mar o perigo e o abismo deu,
Mas nele é que espelhou o céu.”
Se a alma não é pequena.
Quem quer passar além do Bojador tem que passar além da dor.
Deus ao mar o perigo e o abismo deu,
Mas nele é que espelhou o céu.”
Fernando Pessoa
A primeira passagem pelo cabo deve-se ao navegador português Gil Eanes em 1434. O desaparecimento de embarcações que anteriormente o tinham tentado contornar levou ao mito da existência de monstros marinhos e da intransponibilidade do Bojador.
A passagem do Cabo Bojador foi um dos marcos mais importantes da navegação portuguesa. Derrubou os velhos mitos medievais e abriu caminho para os grandes descobrimentos.
De 1434 para cá quantos mitos caíram? Mitologias gregas, romanas, nórdicas, brasileiras. Muitos deles impostos para explicar algo sobrenatural, ou para impor o medo. Alguns até banais como tomar leite e comer manga. Pobre dos escravos. Hoje continuam as lendas urbanas. Quantos tem medo de encontrar o aligator em algum esgoto? Ou a noiva do banheiro? O medo não nos deixa caminhar, nos paralisa. Imaginem Gil Eanes em 1434. Quantos tentaram abortar seu feito. Ele deve ter balançado, mas não dando ouvidos, avançou mar adentro. Imaginem se os desvabradores dos mares não tivessem realizado essas expedições, nós não estaríamos aqui. Se Maria não dissesse sim ao anjo Gabriel, por medo de ser jovem demais? Mas o maior medo no mundo de hoje vejo que é o SILÊNCIO! Não queremos escutar a voz da consciência e nos encontrar com nosso EU! Inspirados em Gil Eanes, vamos vencer nossos medos e atravessar o bojador de nossos limites e fraquezas e aventurar-se nessa viagem ao encontro desse universo ainda inexplorado que é nosso interior. Conhecendo a si mesmo primeiramente, poderemos avançar e vencer os obstáculos de uma vida cheia de surpresas e realizações. Ou fazemos isso, ou ficaremos a beira do mar de nossos medos. Qual o meu bojador? Descubra. Assim poderemos plagiar Fernando Pessoa: valeu a pena? Tudo vale a pena quando a alma não é pequena. Mais do que grande ou pequena. Ela é imortal!!!
Almir Minozi
quinta-feira, 8 de setembro de 2011
Planeta dos Macacos parecido com o nosso
Assisti o tão falado Planeta dos Macacos – A origem. Um filme que dá para tirar algumas lições, mas vamos nos concentrar em algumas somente. Primeiramente percebe-se que o homem, este "ser superior” dotado de inteligência sempre querendo usá-la em benefício próprio. Será que o cientista Will iria buscar a cura para o mal de Alzheimer se o pai não tivesse a doença? Não que isso não seja uma boa causa, mas dificilmente temos compaixão da humanidade como um todo. Só decidimos agir quando algo acontece com alguém que a gente ama. Não deveríamos amar a todos? Segundo que muitas vezes para conseguir o que queremos não medimos consequências. Fazemos tudo sem pensar, analisar os riscos, agimos por instinto. Mas quem age pelo instinto não são os animais irracionais? O nome Caesar, ou César dado ao macaco, será que foi predestinado como novo imperador da nova humanidade? E como age o nosso César? Ele observa todas as atitudes dos homens e começa a criar um plano de domínio após se sentir traído pelo homem. O que se percebe é uma vingança trabalhada no tempo, devagar, chegando ao basta quando o zelador(carcereiro) do local onde estavam os símeos (parecido muito com nossos presídios, e me fez lembrar do filme “A espera de um milagre”) começa mais uma vez a maltratá-los. Aquele NÃOOOOOOOOOOOOO de César nos faz refletir muitas coisas: Quantas vezes vamos aguentando calados, remoendo tudo o que vai nos acontecendo e de repente – fazemos igualzinho César: Nãoooooooooooooooooooooo. Basta!!! Isso acontece a cada dia ao nosso redor. É o esposo ou a esposa que se cansa de ser objeto. É o servidor que se cansa do trabalho e exploração do patrão. É o eleitor quando vê a impunidade que reina no país (ainda mais vendo a Jaqueline Roriz sendo absolvida) e tantos outros exemplos de nosso dia-a-dia. Mas uma coisa é certa, a vingança não compensa. Se não houver o perdão, e o amor reinar em nossos corações, a cada momento vão surgir novos “Cesares” no mundo. Jesus podia ter gritado aquele nãoooooooooooo do César, mas ao contrário, ficou calado diante da provocação dos sumos sacerdotes e de Herodes, e pregado na cruz bradou: Pai perdoa-lhes, pois não sabem o fazem! Eis a maneira de agir de um verdadeiro “Caesar”, por isso acima de sua cabeça está a inscrição: I.N.R.I. Se somos convidados a ser discípulos missionários desse rei, temos que ter a mesma atitude, mesmo que em nosso interior queira prevalecer a atitude do César – o símeo, ou seria a nossa própria?
“Ele foi oprimido e afligido, mas não abriu a sua boca; como um cordeiro foi levado ao matadouro,
e como a ovelha muda perante os seus tosquiadores, assim ele não abriu a sua boca” Isaias 53, 7
Almir – COMIDI de Ourinhos
quarta-feira, 17 de agosto de 2011
O dia que a terra parou na Fespinga
Observando nossa cidade nestes dias que antecedem a tão esperada Fespinga lembrei de uma música de Raul Seixas, O DIA QUE A TERRA PAROU. A música começa com um sonho do compositor, depois ele acorda...será? Não sei, mas também quero acordar logo, pois sinto que tudo está parado aqui até passar essa festa. Lembrando a letra da música comparemos um pouco com a nossa cidade respeitando as devidas proporções...
O empregado não saiu pro seu trabalho
Pois sabia que o patrão também não tava lá Dona de casa não saiu pra comprar pão
Pois sabia que o padeiro também não tava lá
E o guarda não saiu para prender
Pois sabia que o ladrão também não tava lá
E o ladrão não saiu para roubar
Pois sabia que não ia ter onde gastar
E nas Igrejas nem um sino a badalar
Pois sabiam que os fiéis também não tavam lá E os fiéis não saíram pra rezar
Pois sabiam que o padre também não tava lá
E o aluno não saiu para estudar
Pois sabia o professor também não tava lá
E o professor não saiu pra lecionar
Pois sabia que não tinha mais nada pra ensinar
O comandante não saiu para o quartel
Pois sabia que o soldado também não tava lá E o soldado não saiu pra ir pra guerra
Pois sabia que o inimigo também não tava lá
E o paciente não saiu pra se tratar
Pois sabia que o doutor também não tava lá
E o doutor não saiu pra medicar
Pois sabia que não tinha mais doença pra curar
Pois bem, tava todo mundo na Fespinga...até segunda-feira. Tudo parado e não é sonho.
Almir Minozi
terça-feira, 9 de agosto de 2011
Prosas Tupiniquim
UM CAUSO PARA SE TRADUZIR
Penso cá com meus botões que nos idos do tempo do zagaia esse causo sucedeu. Um mancebo, com suas madeixas loiras,pachorrento, sempre taciturno, aparência tênue, incólume de qualquer nódoa, quase uma sumidade naquele logradouro com tanto aranzel, sempre um tropel danado além das quantas, mas que afeiçoando um logradouro belicoso, era parco na balbúrdia e frugal. Pois bem, não é que o mancebo num desatino, num dia de veneta, endoidou-se e tornou-se pacóvio, insolente, pérfido, e com a feição rubicunda, num alarido admoestou um outro mancebo fleumático, mas pedante e ignóbil, que na certa jamais um pederasta, apenas um pândego, reagiu a irrupção permutando esbofeteadas as tantas. Sem engodar e para fenecimento do causo, os dois mancebos foram trincafiados num recôndito e enquanto não tergiversar um ao outro lá jazem mesmo com plissado.
Almir Minozi
sexta-feira, 5 de agosto de 2011
Projeto de construção de hidrelétrica no Rio Pardo
“...E Deus contemplou toda a sua obra, e viu que tudo era muito bom” Gn 1, 31
Ontem com o nosso Gestor de Meio Ambiente de Timburi Fernandinho, participamos de uma Audiência Pública sobre o Projeto de Construção de uma Usina Hidrelétrica no Rio Pardo. A empresa que está pleiteando a construção já apresentou um relatório de impacto sobre o meio ambiente e se coloca a disposição para reparar os danos. Afinal vale a pena a construção? A energia gerada vai solucionar as causas de apagões? A população atingida terá benefícios ou malefícios? Tudo isso é questionador, e fiquei pensando, refletindo....Depende do ponto de vista. Inundar uma área tão grande, matando a flora, fauna, ocupando o lugar de pessoas que ali se instalaram há anos e construíram suas vidas. Pois bem a Empresa que só pensa no lucro diz que vai reparar tudo isso. Mas será que só a parte financeira que devemos levar em consideração? Vendo do ponto de vista dos agricultores e cidadãos atingidos...como reconstruir e quanto tempo para se reconstruir a vida? Mas esquecemos de uma parte importante e que ninguém busca ouvir.....Os peixes, por exemplo, foram ouvidos? (Padre Giovanni já escreveu sobre o direito dos peixes) Aquela Capivara que passeia toda a noite com seus filhotes às margens do rio foi ouvida? A Onça que fica de tocaia em cima daquela árvore para tentar surpreender o tatu que vai sair do buraco a qualquer momento, ambos foram ouvidos? Aquele salto inundado onde passávamos horas da infância brincando, nadando, e agora não o teremos mais, aquele ipê com suas flores de cores vivas que será cortado é apenas a ponta do iceberg, temos que olhar num todo. Homem(animal racional, ou pelo menos deveria ser)-Onça(animal irracional)- Mata(vegetação) e as belezas das correntes e saltos do rio fazem parte desse todo que é muito maior daquilo que se vê. A visão deve ir além. Nossa visão é muito pequena, pois na maioria das vezes olhamos somente para nós num narcisismo sem fim. Se somos verdadeiramente a imagem e semelhança de Deus, e acredito que somos, devíamos herdar o olhar de Deus(mas pra Ele não existe tempo passado, presente e futuro e nós muitas usamos o passado pra realizar algo no presente sem pensar no futuro). Um olhar que vai além da nossa pobreza e pequenez, pois mesmo Deus vendo tudo isso acontecendo, sempre espera de nós o arrependimento e uma volta ao plano que ele nos traçou desde a criação. Será que um dia a gente abre olho? Espero que não seja tarde!
Almir
Timburi - Paraguai
Algo muy fuerte nos une
Uma simples frase, mas que diz tudo: “Algo muito forte nos une”.
Almir juntamente com missionários e indígenas
Semana Missionária no Paraguai
Semana Missionária no Paraguai
Mas na verdade, o que nos une? Será a ponte da amizade? Creio que não, pois se ela não existisse algo nos uniria da mesma forma. Será nossa raiz guarani? Talvez, pois tanto Brasil como Paraguai antes da colonização européia viviam como um mesmo povo, nas diversas tribos espalhadas ao longo das bacias dos grandes rios. Será algo transcendente? Esta é a mais provável resposta. Saímos de Deus e para ele voltaremos isso seja na nossa cultura cristã, seja na cultura guarani, pois tanto nós como eles acreditam num ser superior que nos dá a vida para que possamos administrá-la com tudo aquilo que Deus ou Tupã nos deixou, seja a mãe terra, seja os animais, seja toda fauna e flora. Foi isso que aprendemos na visita feita aos índios guaranis de Yguazu, no Paraguai durante a nossa missão naquela terra. Um encontro de culturas, costumes, religiões, mas com ALGO MUITO FORTE QUE NOS UNE: o amor pelo Criador e o respeito por todas as suas Criaturas. E com certeza aprendemos muito mais deles, do eles de nós, pois eles vivem de maneira simples, organizada e respeitando sempre as leis da natureza, vivendo de forma harmoniosa como a mesma, pois nesses tempos onde fazem tantos congressos para se discutir sobre meio ambiente, os índios nos ensinam que o homem faz parte, está inserido no contexto, e não é um ser a parte que controla tudo de acordo com o seu querer. Agradeço a Deus de ter podido viver neste ano essa experiência missionária com minha família, pois no ano que a igreja nos convida a olhar para a Fraternidade e a vida no planeta, onde existem tantas propostas de construção de usinas hidrelétricas de pequeno, médio e grande porte, tudo pela “melhoria” de vida no planeta, nossos irmãos indígenas nos ensinam que a vida no planeta pode ser ótima, respeitando o que Deus criador nos deu para que cuidássemos enquanto aqui estivermos. Aguyje! Muito obrigado!
Meditação
foto: Valter Ziantoni
Vendo essas fotos do Valter, Engenheiro Florestal, cidadão timburiense, mas acima de tudo cidadão do mundo, pois ele cada hora está num lugar do planeta. Já morou no Estados Unidos, Romênia, Italia, Espanha, Cidade do Cabo, Africa do Sul, Butsuana, Moçambique e outros países africanos e agora está preparando as malas para ficar 40 dias no Peru. Junta o trabalho com um hobby - Fotografia - que faz de maneira profissional, retrata as histórias vividas, num click. Acho isso fantástico, pois através de uma foto desvendamos uma história. Uma dessas fotos fiquei meditando no dia de hoje e lembrei das palavras de São Paulo aos Efésios...suportai-vos uns aos outros no amor!
Junto com essa palavra juntei uma meditação de D. Ireneu sobre a Pastoral da Sobriedade, quer mais amor daquele que dá suporte a um dependente químico? Digo isso pois temos caso na família e sofrem todos.Ou a gente se desespera ou vive no amor tudo. Melhor ficar com a segunda opção, mas nem sempre é fácil, pois o julgamento sempre vem antes do que o amor. Peçamos a Deus a força necessária para enfrentar e vencer tudo com amor!
Almir
Se não tivermos humildade, paciência e amor não conseguiremos chegar a lugar nenhum. Isso com pessoas sem problemas nenhum, quanto mais com pessoas com dependentes químicos. O primeiro convite de um membro da pastoral da sobriedade é a conversão. Precisamos ser discípulos de Jesus. Precisamos assimilar a humildade, pois ninguém vai lavar o pé do outro sem humildade. Ninguém vai cuidar de um dependente químico sem humildade.
São Francisco beijou um leproso e até hoje o mundo inteiro lembra esse fato. Parece algo extraordinário, mas é algo que deveria ser comum na vida do cristão. Há uma inversão de valores, o que era para ser ordinário, se torna extraordinário.
É preciso ser humilde não só com palavras, mas com a vida. Jesus nos deu exemplo de humildade com a sua vida. Desde seu nascimento até a sua vida pública, a sua vida foi uma demonstração de humildade. Nós precisamos reconhecer que tudo o que recebemos e que temos são dons que o Senhor nos deu. Sem páfia, sem orgulho. Um orgulhoso jamais vai fazer parte da pastoral da sobriedade.
Deus não é o objeto do seu amor, mas é o motor do seu amor. Peça a Ele o amor necessário para que você tenha um coração humilde. Não temos um Espírito Santo de "segunda categoria", mas o mesmo Espírito que possuiu Jesus.
Nós estamos aqui não só para instruir, mas para orar pelas mães que assim como Nossa Senhora, estão vendo seus filhos na cruz. Nossa Senhora da Piedade, rogai por nós!
São Francisco beijou um leproso e até hoje o mundo inteiro lembra esse fato. Parece algo extraordinário, mas é algo que deveria ser comum na vida do cristão. Há uma inversão de valores, o que era para ser ordinário, se torna extraordinário.
É preciso ser humilde não só com palavras, mas com a vida. Jesus nos deu exemplo de humildade com a sua vida. Desde seu nascimento até a sua vida pública, a sua vida foi uma demonstração de humildade. Nós precisamos reconhecer que tudo o que recebemos e que temos são dons que o Senhor nos deu. Sem páfia, sem orgulho. Um orgulhoso jamais vai fazer parte da pastoral da sobriedade.
Deus não é o objeto do seu amor, mas é o motor do seu amor. Peça a Ele o amor necessário para que você tenha um coração humilde. Não temos um Espírito Santo de "segunda categoria", mas o mesmo Espírito que possuiu Jesus.
Nós estamos aqui não só para instruir, mas para orar pelas mães que assim como Nossa Senhora, estão vendo seus filhos na cruz. Nossa Senhora da Piedade, rogai por nós!
D. Irineu – Bispo de Lins
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